O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que Romeu Zema seria um bom vice em uma eventual chapa liderada por Flávio Bolsonaro. Ele destacou o peso eleitoral de Minas Gerais e disse que o principal critério será a capacidade de atrair votos.

Zema nega ser vice-presidente de Flávio (Foto: Reprodução / Redes Sociais)
Zema nega ser vice-presidente de Flávio (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), seria um “excelente vice” em uma eventual chapa encabeçada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma disputa presidencial.

Peso eleitoral de Minas Gerais

Em entrevista ao programa JR Entrevista, da Record, Valdemar destacou a importância estratégica de Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, e o desempenho de Zema no estado.

“O Zema seria um excelente vice, não tenha dúvida disso. Porque em Minas Gerais é muito importante, é o segundo colégio eleitoral, e o Zema tem muito voto lá”, afirmou.

Critério é ampliar votos

Segundo o dirigente partidário, o principal critério para a escolha do vice é a capacidade de agregar votos ao projeto eleitoral.

Valdemar citou como exemplo a eleição de 2022, quando, na avaliação dele, o então candidato a vice de Jair Bolsonaro, o general Walter Braga Netto, não contribuiu para ampliar a base eleitoral.

“Ele não pode errar, tem que escolher um vice que contribua com ele”, disse.

Outros nomes em avaliação

Entre as opções analisadas, o presidente do PL mencionou a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como sua preferência pessoal, destacando o carisma e preparo da parlamentar.

Apesar disso, ele afirmou que a senadora deve permanecer no Senado, já que tem outros planos políticos no momento.

Valdemar também indicou que há outras possibilidades em discussão, incluindo nomes femininos e lideranças do Nordeste, região considerada estratégica para a legenda.

Decisão será de Flávio Bolsonaro

A definição do vice caberá ao próprio Flávio Bolsonaro, com apoio do secretário-geral do partido, Rogério Marinho, na articulação com as bases.

O dirigente ressaltou ainda que a opinião de Jair Bolsonaro terá peso relevante na decisão, destacando a experiência do ex-presidente na articulação política.

Escolha sem pressa

Apesar das especulações, Valdemar Costa Neto afirmou que a definição não deve ser apressada. Com as convenções partidárias previstas para julho, o cenário político ainda pode sofrer mudanças.

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