A EMS anunciou nesta terça-feira (02) quanto custarão as primeiras canetas emagrecedoras produzidas no Brasil. Segundo a empresa, o medicamento deverá ser lançado no dia 15 de junho deste ano.

Canetas emagrecedoras (Foto: Reprodução/Freepik)
Canetas emagrecedoras (Foto: Reprodução/Freepik)

A EMS anunciou nesta terça-feira (2) quanto custarão as primeiras canetas emagrecedoras produzidas no Brasil. Segundo a empresa, o medicamento deverá ser lançado no dia 15 de junho deste ano.

EMS

Fábrica da EMS (Foto: Ricardo Stuckert)

A versão brasileira chega ao país com a expectativa de ser mais acessível do que as opções anteriores, e deve custar a partir de R$ 452.

Leia também:

Canetas emagrecedoras nacionais

A caneta emagrecedora produzida pela EMS é a primeira versão brasileira a ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde a perda da patente da Novo Nordisk.

A agência autorizou ainda que a empresa nacional adotasse os mesmos valores dos concorrentes Ozempic e Wegovy, próximo aos R$ 800.

A EMS, no entanto, optou por tornar os produtos mais acessíveis, também visando maior competitividade com as novas opções que deverão surgir no mercado.

Outros valores

Ainda segundo a empresa, a solução para os três primeiros meses de tratamento devem demandar investimento de R$ 863,23, correspondente a um custo mensal médio de aproximadamente R$ 288, com doses de 0,25 a 0,5 mg.

Por outro lado, a EMS ainda propõe canetas emagrecedoras com doses de 1,0 mg, por R$ 497. Um pacote com duas dessas canetas irá custar R$ 896. Essas duas opções ainda não tem data para serem lançadas.

Para que serve a caneta de semaglutida

A semaglutida é utilizada no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade. Nos últimos anos, medicamentos à base da substância registraram forte crescimento na demanda global devido à eficácia na perda de peso, tornando-se um dos segmentos mais disputados da indústria farmacêutica.

A expectativa do setor é que o fim da exclusividade da patente da semaglutida no Brasil aumente a concorrência e pressione os preços para baixo. Até o início deste ano, a Anvisa analisava diversos pedidos de registro de medicamentos com o mesmo princípio ativo.

Leia também no Bacci Notícias:

Vídeos curtos

Mais lidas